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Reformados admitem vender casas próprias para enfrentar gastos

 

 

Mais de metade dos portugueses entra na reforma sem saber a pensão a que tem direito, ou fica a saber pouco antes de começar a receber. E a esmagadora maioria dos reformados não considera adequado o valor que aufere mensalmente. Face a este cenário, cerca de 80% dos pensionistas admite vender a casa própria, caso necessite de liquidez extra durante a da reforma. Entre os que têm casa arrendada, gastam em média 189,3 euros com a renda.

Estas são conclusões da VI Sondagem do Instituto BBVA de Pensões “Longevidade e os Desafios da Poupança após a reforma”, divulgada na semana passada, e que traça o perfil da população com idade a partir dos 60 anos em Portugal.

Em termos médios, os inquirido que já se encontram reformados cobram uma pensão de 605 euros mensais e apenas 8% deles classificam a sua pensão como boa, sendo zero os que a classificam como muito boa. Os restantes dividem-se entre razoável (44%), má (31%) e muito má (17%).

O estudo mostra ainda que, além de terem que fazer face às suas despesas, muitos pensionistas são chamados a ajudar os seus descendentes. Nos últimos três meses, perto de um terço dos inquiridos ajudou um membro da sua família, sendo na maior parte das vezes os filhos.

 

Entre as pessoas questionadas para o estudo 44% tinha começado a poupar para a reforma e só 11% admite que deveria ter poupado mais. A grande maioria (58%) poupa através de depósitos bancários.

O documento indica que 41% poupam a maior parte dos meses, sendo os principais motivos para a poupança os “imprevistos/emergências”, “ajudar os/as filhos/as” e o facto de “não poderem valer-se a si mesmo/a no futuro”.

A sondagem do Instituto BBVA de Pensões, citada pela imprensa, tem por base mil entrevistas telefónicas à população portuguesa e residente em Portugal, de ambos os sexos, com idade igual ou superior a 60 anos, realizadas entre 5 e 25 de fevereiro de 2019. A distribuição das entrevistas foi representativa do universo e os dados foram ponderados em função da idade, sexo e do peso populacional de cada zona. O erro da amostra é de 3,16%, para um nível de confiança de 95,5%.

 

Fonte: idealista.pt

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