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Casas mais caras, mas vendidas por menos 22% que preço original

 

 

É verdade que os preços das casas dispararam nos últimos tempos, mas os imóveis não estão a ser vendidos ao valor que chegam inicialmente ao mercado. Pelo contrário, “os preços de venda ficam, em média, 22% abaixo do valor a que os imóveis são colocados em oferta”, segundo revela Ricardo Guimarães, diretor da Confidencial Imobiliário (Ci).

Segundo o responsável, que se apoia em dados do SIR-Sistema de Informação Residencial da Ci, os compradores estão a ter “uma postura mais conservadora” e mostram-se “mais defensivos em relação ao comportamento dos preços”. “Os vendedores veem agora as suas casas demorar mais tempo a serem vendidas, mostrando que, frequentemente, os preços de oferta estão muito acima dos preços finais de venda nas diferentes zonas”, acrescenta em comunicado.

É no concelho do Porto que as casas acabam por ser vendidas com descontos mais altos, atingindo os 30% face ao preço inicial, detalha o Público, salientando que o concelho de Lisboa, apesar de ser o mais valorizado e com níveis de venda mais elevados, apresenta um ‘gap’ alinhado com a média geral, de 22%.

Preço de venda das casas aumenta 15,4% num ano

Certo é que comprar casa é cada vez mais caro, gerando preocupações internacionais ao mais alto nível. Os dados mais recentes da Ci permitem concluir que os preços de venda em Portugal (Continental) subiram 15,4% num ano, em dezembro de 2018 face ao mesmo mês do ano anterior.

 

 

“Esta subida representa uma aceleração face aos 12,8% registados no final de 2017 e reflete o comportamento homólogo predominante ao longo de 2018, que entre abril e setembro se situou entre os 15% e os 16%, chegando mesmo a atingir mais de 17% nos meses de outubro e novembro”, lê-se num comunicado da Ci.

Ainda assim, refere a empresa especializada na produção e difusão de indicadores de análise do mercado – detém índices e bases de dados exclusivas sobre a oferta e vendas de fogos, com detalhe à freguesia – “o desempenho homólogo dos preços em dezembro apresenta um arrefecimento face ao mesmo indicador observado no mês anterior, quando foi atingida a valorização mais elevada em 10 anos (17,3%)”.

Fonte: Idealista

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